segunda-feira, 8 de março de 2010

Memórias de uma Gueixa


Assisti esse filme ontem na Globo, após o Oscar e achei ele maravilhoso, não só por ser um filme esteticamente bonito,mas também por ter um requinte enorme ao mostrar uma cultura tão diferente da nossa e explicar, de uma maneira fácil, o que era a vida das gueixas durante a segunda guerra mundial.
A cena abaixo foi uma das que mais me encantou no filme, a dança da Gueixa expressa toda a emoção da música, o desespero, a dor e a delicadeza, coisas que, sem dúvida, expressam um pouco da vida de uma Gueixa. Vale a pena assistir.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Hieroglifos

Hieroglifos

Clique no link acima para jogar o jogo do discovery channel sobre o Egito antigo, dá pra aprender algumas coisas legais.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Tô de volta!

E aí galera! Desculpe a demora para voltar a postar alguma coisa, mas é que decidi tirar umas férias totais, relaxar e me privar do computador por uns tempos... Mas agora voltei das férias com tudo!
Gente, tô mega feliz por que a minha turma decidiu fazer intercâmbio pro Uruguay no meio do ano, vai ser muito interessante passar uns dias conhecendo uma nova cultura, novas pessoas e quem sabe fazer novas amizades...Além disso, vou ter oportunidade de tirar umas fotos de Punta com a minha máquina fotográfica nova! Tomara que dê tudo certo!
Beijos galera!
Volto mais tarde... ;)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O trabalho de Clarice

Devia estar fazendo um trabalho sobre Clarice Lispector, de fato eu deveria, mas penso que Clarice ficaria mais satisfeita em me ver escrevendo do que rememorando toda a vida dela.
Não estou esnobando, acho Clarice fantástica, mas ela me dá um certo desespero, talvez seja por enxergar nela muito da minha própria vida, e não de um modo ficcional, ver suas obras, acho que todo mundo sente um pouco disso em Clarice Lispector, ela é tudo que sente ao escrever.
Mas, por mais estranho que pareça, identifiquei-me mais com a Clarice pessoa do que de fato com sua literatura, não que eu não goste de sua literatura, mas, ela para mim por vezes torna-se desrespeitosa, os personagens(ou 'as' personagens, que seria o correto mas eu não gosto de usar, acho que o artigo feminino nessa palavra não combina, por mais feminista que eu seja) sofrem, sofrem e sofrem e no final, nada tem uma explicação. Sei que essa é a intenção de Clarice, ser inovadora, escrever aquilo que sente da forma que lhe vier a cabeça, eu mesma, por vezes, faço isso; de fato essa técnica dá certo, a escrita sai bonita, filosófica mas na maior parte das vezes incompreensível e, volto a dizer, é desrespeitoso fazer isso com os personagens, usá-los como justificativa ou melhor, como objeto de nosso desespero, fazer deles o que quisermos tornando-os seres anamórficos, sem objetivos mas, pensantes, sempre pensantes; admiro Clarice por tal coragem, por não ter medo do que os personagens possam lhe trazer, pois os personagens sempre trazem coisas a nossa mente, coisas as vezes incontroláveis que dominam os músculos de nosso braço e nos fazem mover nossa mão até a caneta para tornar-lhes redigidas antes que se percam.
De fato é assim que eu entendo Clarice Lispector, e mais do que isso, entendo seus motivos para isso, toda a angústia de uma existência aparentemente banal, que, se você não acredita em algo maior, torna-se insuportável, tudo que Clarice faz é encontrar uma forma de extravasar todo esse sentimento, uma espécie de "terapia pela conversa" tal qual Josef Breuer (quem já leu "Quando Nietzsche chorou"sabe do que eu estou falando), só que em Clarice a conversa é consigo mesma (abusando do eufemismo assim mesmo) e não é uma conversa no sentido literal, mas expressa através da escrita, escrever é o tratamento de Clarice, o tratamento psicológico de Clarice, sem o qual, segundo ela mesma, seria impossível viver.
Agora acho que posso continuar a redigir meu trabalho, agora que dei uma de Clarice Lispector e botei tudo pra fora de uma só vez, talvez isso me faça compreendê-la melhor e então, compreender a mim mesma.
Nossa! Eu tava precisando mesmo disso! Ufa! Desabafei!

domingo, 8 de novembro de 2009

Sombras de Scrooge!


Bem disse Charles Dickens: As coisas mais bonitas do mundo são sombras.
Concordo com ele, as sombras são belas! Não todas, é claro!Mas aquelas que são presentes no amanhecer e no crepúsculo principalmente! As sombras também são belas no natal, embaixo da luz dourada das lâmpadas natalinas ou da lua e das estrelas que parecem brilhar mais forte na noite mais comprida do ano!

Assisti todas as versões do conto dos Fantasmas do Natal de Charles Dickens, acredito...
Amo essa história!
Ela mostra como as coisas da nossa vida nos explicam nossos próprios erros. A história do Scrooge pode ser explicada, de uma forma mais filosófica, como os fantasmas sendo a manifestação do inconsciente do próprio Scrooge, que se culpa pelos seus erros do passado... Mesmo sem saber.
Pelo menos era assim que Freud explicaria a história.


Mas, deixando de lado toda essa história Freudiana, e voltando às minhas queridas sombras, o mais bonito delas é o contraste entre sombra e luz. Elas criam um contorno especial e uma aura de cor que só existe nessa relação oposta entre sombra e luz!

É por isso que eu amo esses filmes natalinos! Por que além de mostrarem o meu amor pelo natal, mostram o contraste de luminosidade melhor que os outros filmes!

domingo, 18 de outubro de 2009

Enrolados

O que o Ed Motta faz quando esquece a música? Enrola!

O Melhor Som Brasil de todos!

O melhor Som Brasil de todos foi o dos Paralamas. Foi lá que eu ouvi a Maria Gadú pela primeira vez, agora ela está na trilha de Viver a Vida até.
Note a cara do pessoal dos Paralamas quando ela canta e o pessoal de trás todo dançando, muito legal!



A minha música favorita dos Paralamas ganhou uma versão que eu nunca tinha imaginado!



Show de Reggae da Digital Dubs!





E o melhor da Digital Dubs! De novo a admiração dos Paralamas!





A Greice Ive cantou meu erro, voz bonita mas prefiro a versão agitada.



Ela foi melhor nessa, Quase um segundo...




Na minha opinião a Maria Gadú devia cantar Caleidoscópio mais vezes...




E um pouco de tudo no final!